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quarta-feira, 15 de novembro de 2017

Verso canalha e gangsterismo

Verso canalha 


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Que bom se fosse verdade, 
Ver assim de políticos um magote
Todos despidos de liberdade
Por ela dispostos a soprar fagote

Já quiseram trocar reino por cavalo
Cura de doença por porco de chiqueiro
Eu nem de couve o torto talo
trocaria por político trambiqueiro

Se houvesse moral por esta banda
Que tanto se canta e decanta,
Já teriam botando forte banca
E lhes dado grande e fatal sarabanda

Do livro " Meu reino por um cavalo tirado da chuva"- ou "Versos canalhas"
Ainda a publicar numa cidade do Reino se alguém a tanto se atrever
Ainda em tempo perguntaram a razão do fagote, e depois de grande enquete se preferiu que fosse um boquete

O Gangsterismo
(outra canalhice)


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Filosofia do "gangsterismo", realiza-se quando se esgota o nacionalismo e a nação não importa mais.

Os gangsteres usurparam então os partidos, dividiram os ministérios e estatais entre si. Se o povo reclamasse diriam que eram democratas e lhe soltariam as forças armadas e a polícia em cima para conter as reclamações...

Gangsterismo é abusar do poder seja por idealismo, por vaidade, por ambição e sede de poder, ou por safadeza e banditismo "legalizado" por voto popular ou por usurpação... A arma pode ser uma faca, uma arma de fogo, um voto ou as forças da lei e armadas
Vivemos uma nova era: A do ganguestrismo. Não é uma teoria de conspiração.

Rui Rodrigues

segunda-feira, 13 de novembro de 2017

Operação Mãos limpas e pés limpos - Itália


Amigos... Este cheiro que não me larga as narinas, parece ter vindo das profundas cavernas do Inferno onde os diabos cutucam as almas ainda vivas, e interferem nos desígnios de Deus que são sempre bons. De vez em quando o diabo vence e os cheiros que permeiam o universo são de ovos podres de dragões, gorados, que apodrecem entre gritos lancinantes chiados em dó maior por arrebatados dragões taciturnos que bradam aos céus...

Avizinham-se catástrofes , vulcões já explodiram, furacões já destruíram as coisas do homem, terremotos destroem onde os furacões falharam. Fenômenos naturais costumam servir de aviso sobre catástrofes, como antigamente quando cometas passavam pelos céus...

Sinto cheiro de catástrofes no ar, quem sabe guerras, matacões celestes abatendo-se sobre a terra, rachando-a ao meio, em quatro partes, em oito, em 16 mm , Eastmancolor, Technicolor...

A Itália do "mãos limpas", agora em processo de "pés limpos" não vai disputar a copa. Imaginem se fosse o Brasil...

O Norte da Itália pode pedir a Independência!

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Na foto os vikings suecos preparando-se pra comemorar tomando calva no crânio dos italianos..
Futebol é nacionalismo sim... Napoleão, Rei da Itália, tremeria que nem varas verdes sob a ameaça do ataque sueco bem suportado por sua retaguarda...

Rui Rodrigues

Meninos eu ante-vi: Vamos ser Hexa na Rússia!


A maior prova de nosso espírito de vira-lata é o futebol... Vão ter que nos engolir!

Vamos acabar com a nossa vergonha de mostrar o nosso melhor...

Em 2018, ainda mais na fossa do que já estamos hoje, em adiantado estado de degradação política, moral, de desempregados, insalubres, inseguros e analfabetos, será na copa da Rússia, quando voltaremos a encher as ruas gritando a plenos pulmões, todos unidos, pretos e brancos, héteros e gays, desnecessitados e miseráveis, doutores e limpadores de fossas, todos vestidos de verde e amarelo, bandeias esvoaçantes agitadas, que se não houver água toma-se cerveja, se não houver luz, acendem-se velas, mas o que importa é o grito redentor, o olhar esgazeado, os olhos que nem cabem nas órbitas, a lavagem redentora da alma, afirmando que somos grandes, enormes, gigantescos, como se não soubéssemos...

CAMPEÕES!!!!
NÓS SOMOS HEXA.. SOMOS HEXA-GERADOS!!!
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Nosso futebol e nossos poetas artistas cantarolantes funcionam melhor na boca do lixo, quando o moral está no pé do chinelo arrebentado, sem grana pra comprar outro. Então exigem igualdade e respeito em voz de cana rachada como quem nunca tivesse aprendido a cantar... Costumam ser comunistas, socialistas, verdes, ecológicos, mas nunca desfilaram em bloco pra xingar corruptos, talvez porque nem todos recebam pela Rouanet. E nem jogam futebol.

Nosso futebol voltou a melhorar, vamos ser campeões na Russia. Não importa quem vai estar em Brasília comandando a batuta da batota do Executivo que não executa o que deve executar nem quem deva executar...

Rui Rodrigues

domingo, 12 de novembro de 2017

A moda e o pensamento punqui-funqui


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Para apreciar com moderação, aí vão umas meninas "punk" que influenciaram a moda de não se ter moda e o pensamento de não se precisar pensar.Isto só foi possível depois que o muro grandão lá das Alemanhas se desmantelou provocando o desgaste do movimento Hippie ralado na lixa do dia-a-dia com que se foi construindo o futuro até virar este passado a limpo em que nos viemos enfiar como se os movimentos, por esquecidos, nunca tivessem existido.Emily Badsville

Os movimentos internacionais são uma distração para passarmos o tempo neste planeta. Uma vez que nos movemos e pensamos, temos que fazer alguma coisa. Não podemos ficar inertes. Uns trabalham, outros ganham dinheiro, outros vendem drogas, outros prendem, outros julgam, outros ensinam, outros salvam vidas, e há uns sujeitos que ganham para assistir a tudo pela TV e passam o dia falando dos relacionamentos entre todos nós. E coletam impostos. Dizem que são políticos que têm imunidade e que ganham pouco e têm poucas verbas disponíveis.


E eu disse-lhe:
- Vês como eles são, que depois que César morreu dividiram tudo entre os tribunos de tal forma que agora já não se pode dizer que "Dai a César o que é de César", porque dividem entre todos ????
- Pois eu vos digo que deles não sobrará pedra sobre pedra.
- E sobre as Punk, senhor????
- São Funk agora e cantam, nada mais a haver. Se banana ficasse em pé, sentavam na banana. Como não ficam, usam garrafa... Tudo normal. Fazem parte das prováveis possibilidades do Universal. Mas de qualquer modo, a moda e o pensamento ainda continuam.
- A moda de não ter moda e o pensamento de não precisar pensar ??
- Em verdade te digo que tu o disseste, e tudo o que disseres será esquecido porque tudo perde a importância perante o novo, e tudo o que é novo surge a cada segundo para fazer esquecer o velho. 

Rui Rodrigues

Polônia- O triste resultado das frustrações políticas


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A Polônia sofreu muito nas mãos dos nazistas na Segunda Guerra Mundial. Hitler invadiu a Polônia. O Ocidente não fez nada para impedir nem para libertar nos primeiros momentos dos primeiros anos. Nazistas e comunistas se odiavam. A Polônia abraçou o comunismo quando liberta pelos aliados. Foram os russos os aiados que estavam mais perto, apesar de terem partilhado terras da Polônia em 1939 pelo Pacto Ribbentrop-Molotov em 1939.


Em 1958 eu tina 13 anos e conheci e tomei conhecimento de refugiados poloneses em Lisboa. Senti um orgulho danado de bom em saber que meu país ajudava refugiados de guerra, e imaginei que os ajudasse. Mas então porque meu pai teria que emigrar como tinha emigrado sete anos antes, se a mim me parecia tão boa a vida quando ele emigrou ?

A Polônia sofreu, além dessa partilha, em 1939, mais outras das quais 3 foram muito importantes: agosto de 1772; janeiro de 1793; outubro de 1795. Trata-se de um povo sofrido de fronteiras instáveis, influências políticas como caldeirão borbulhante. Em particular, tenho a Polônia como o "Oriente médio" da Europa. Sob regime comunista e apesar da virada de Lech Walesa, nunca tinha conseguido uma estabilidade econômica e política como a que conseguiu com a entrada para a União Européia. É isso que os poloneses não querem perder, seja dentro ou fora da União Européia.

Agora passaram-se para Extrema direita, porque são muitos os temores de novas divisões, de novas guerras, de novas influências. Até posso entender, mas é triste, porque os extremismos só levam àquilo de que querem fugir ou que querem evitar.

A Polônia quer a "supremacia branca", mas lá só tem brancos. É o ultra-nacionalismo... Isso é muito ruim.

Rui Rodrigues

sábado, 11 de novembro de 2017

Crônica do Urubu Voador pousado num poste

A foto abaixo é do início do século XIX, e mostra claramente como nunca se viu, um trem da época, antes da invenção dos motores de um tempo, dois tempos e quatro tempos, que nunca chegaram os tempos de outros motores com 6 e 8 tempos. Mas o que carregam no trem puxado a burro, assim como existiram os bondes puxados a burro, estes estoicos animais ?


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Carregam areias. Exóticas Areias Negras, aqui acima no mapa, em terras do espírito santo que não é de orelha nem do Pai nem do Filho. O Estado do Espírito Santo poderia ter-se chamado Espírito do Brasil, por ser muito lindo, belas mulheres a meio caminho do Norte e do Sul, um estado com belas praias refresca-rabos de gente praiana que nunca viu o mar.
Podem notar-se os trilhos sobre as areias, pressupondo o intensivo afã, trabalho intenso, penoso; faina, lida, sofreguidão, em transportar as areias que de tanto escavadas a pazadas, certamente foram substituídas por outras de rejeitos quem sabe, provenientes de barragens da Samarco ou de fossas da região. Claro que não. É suposição caô. Mas então, de onde vieram as areias que substituíram as de Guarapari??? Ora nem importa uma  coisa dessas. Neste sábado, dia 11 de novembro de 2017, veio a notícia que as praias do Espírito Santo estão sem faixas de areia. O mar que traz também leva. Leva, levou, lavou, lavará, levará...

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Tudo começou na praia da areia preta depois  que descobriram o uso de materiais radioativos como a monazita, minério que contém fosfatos de metais de cério e tório, principalmente o isótopo 232. Materiais radioativos foram e são utilizados em processos de cura, mas não assim, como a senhora da foto de cima que pelos vistos foi a única que não percebeu o caô das propagandas de então que fizeram o crescimento de Guarapari. Já na foto de baixo, o casal aproveita o ventinho gostoso que vai beijando os corpos e aumenta o tesão que se controla entre um mergulho do mergulhão dele dentro da caverna  marinha dela, ali mesmo no bate boca das ondas, ou de outro modo, depois já em casa, no hotel, no banco de trás, no banheiro do ônibus interestadual, ou encostados numa árvore pra suportar o peso do amor, antes da moqueca capixaba. 

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O Urubu praiano avoador foi a fonte de inspiração para esta crônica. Eu o apanhei  já tarde do dia, a horas de vésperas, empoeirado num poste liso de iluminação, triste e sorumbático, todo molhado por forte chuva imprevista que se abateu aqui pelos arredores do Brasil inteiro. Urubu solitário num poste, pelas beiradas do mar onde vivo, encharcado, é triste. Não há muito peixe por aqui, e sente-se a falta de casais transando na areia como era antigamente, ali pelas areias do Leblon, Ipanema, Copacabana, Botafogo, Aterro do Flamengo... Trepava-se gostoso Brasil afora. E se não fosse gostoso, tentava-se até um nunca se acertar.
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Somos um bando Sapiens Erectus, sempre insatisfeitos... O padre José de Anchieta que andou por aquelas praias, cheio de inspiração que o fazia escrever nas areias, nunca percebeu essa "caôquera" que as areias faziam bem a alguma coisa. As areias espaireciam, e muitas vezes por certo o bom padre levantou a batina pra se satisfazer nelas. Mas contrariamente ao urubu do poste, que me serve de inspiração para crônicas homiliantes, Anchieta não era um solitário. Ou seria ??? Pelo menos nada foi dito nas Homílias do bom padre a respeito.

Rui Rodrigues

sexta-feira, 10 de novembro de 2017

Os palcos sem limites e o Respeito na Previdência

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Eu quero respeito
Livre expressão, sim, mas com respeito...


Paris... Marlon Brando empresta sua imagem para um filme em que pega uma linda menina que parece menor de idade, passa manteiga no traseiro dela que nem é tão bonito como a da Miss Bumbum, e carca-lhe sem dó nem piedade... O Último Tango em Paris.

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Artistas são sempre muito liberais, vivem de fingir situações, o mundo não é um palco...

Mas já nessa época os diretores ofereciam papéis em troca de uns favores sexuais pagos em quartinho catita de hotel. Idiotas se sentem atraídos pela leviandade, e ultimamente por cheirar rabos nus..Vivem fora da realidade e adoram "impressionar". Por aqui nem um só caso desses. Eu não acredito em nossa santidade tupiniquim.

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Eu gosto de artistas e de sua arte... Só não gosto quando saem do palco e invadem os princípios dos outros numa total falta de respeito.

O respeito é uma obrigação bilateral


O último a sair que queime o livro de ponto.(Uma parábola sobre a reforma da previdência, que nos salve a divina providência)

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Entre trabalhadores e vagabundos, que não se beneficie os já amparados e não se desampare os desvalidos, de tal forma que, para se ter boa aposentadoria se tenha que roubar muito enquanto se é jovem e se pode amealhar, porque assim também sugere o ditado que, por falta de honestidade, quanto mais roubam, mais são roubados, assim como quem rouba de ladrão deva ter 100 anos de perdão...O último a sair, por favor, que queime o livro de ponto porque o gás está mais caro e porque em tempos de lei injusta não se pode ter juízes e governos desonestos com povo honesto... Os dois devem ser a mesma coisa.
Evidentemente, o "livro de ponto" é emblemático. O que escrevi é mais como a Torah, que nada mais é do que um Manual de Comportamento, do que a Bíblia que todos querem interpretar "à letra". O que eu quis dizer, dentre muitas coisas implícitas, é que temos que dar uma "reviravolta" e queimar quase tudo o que está para trás.de forma a não darmos ainda melhor vida a vagabundos e piorar a dos desamparados... 

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Se eu fosse JC,diriam que escrevi uma parábola: A Parábola do livro de ponto

Rui Rodrigues